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Campos dos Goytacazes
sábado, maio 2, 2026

Estudo destaca Campos pelo dinamismo econômico na região

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“Potencial de Consumo e Mercado Consumidor da Bacia de Campos” aponta o papel de destaque do município para a atração de novos negócios

Por Mário Sérgio Junior e César Ferreira, da Secom Campos 

Campos se destaca como o maior centro de consumo e dinamismo econômico entre os municípios que compõem a Bacia de Campos. De acordo com dados baseados no Censo Demográfico de 2022, o município apresenta o maior potencial de consumo, estimado em R$ 476 milhões, superando Macaé (R$ 374 milhões) e Cabo Frio (R$ 236 milhões). Os dados são do estudo “Potencial de Consumo e Mercado Consumidor da Bacia de Campos – Subsídio para a Tomada de Decisão Empresarial”, elaborado pelo estatístico e geógrafo William Passos.

O protagonismo de Campos é reforçado pela ampla base populacional. Segundo dados do IBGE contidos no estudo, o município possui mais de 110 mil pessoas com renda proveniente do trabalho, número que representa quase o dobro da segunda colocada, Macaé, e reflete o peso do mercado consumidor local. Além disso, a renda média mensal dos campistas (R$ 2.531,74) é uma das mais elevadas da região, superando cidades tradicionalmente turísticas como Cabo Frio e Armação de Búzios.

“Esses números explicam por que Campos atrai empresas de diversos setores para seu território. Potencial de consumo é a variável chave na escolha de abertura de empreendimentos com boa potencialidade de retorno lucrativo”, analisa o diretor de Indicadores Econômicos e Sociais da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Energia e Inovação, Ranulfo Vidigal.

Ranulfo observa que a combinação entre estabilidade política, renda estável e diversidade econômica — que vai do setor de serviços à agroindústria e à presença crescente de empresas ligadas à cadeia do petróleo — faz de Campos um polo cada vez mais atrativo para investimentos e expansão de negócios.

“Campos atrai cada vez mais negócios, que geram emprego e renda aqui. No governo do prefeito Wladimir Garotinho, ações como a desburocratização, a retomada das obras públicas, o diálogo com o setor produtivo e o pagamento em dia dos salários dos servidores reforçaram esta tendência”, observa o secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia e Inovação, Marcelo Neves, destacando que, do início de 2021 até setembro de 2025, 9.113 empresas foram abertas no município – que passou da 7ª para a 6ª posição no ranking estadual e 1ª no interior fluminense. Os dados são da Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro (Jucerja).

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